segunda-feira, 29 de maio de 2017

Alestorm - No Grave But The Sea (2017) Escócia



O sucessor de Sunset On The Golden Age (2014) foi gravado no estúdio Alpaca Ranch nos EUA com o produtor Lasse Lammert. Este é o primeiro trabalho da banda com o novo guitarrista Máté Bodor.
Formados há sensivelmente 10 anos, os piratas escoceses Alestorm lançam o quinto álbum que se intitula “No Grave But The Sea”.



Dream Evil - Six (2017) Suécia



A banda sueca, DREAM EVIL, lançou o seu sexto álbum de estúdio, chamado convenientemente de “Six”.
Fredrik Nordström, renomado produtor musical e sua banda Dream Evil estão de volta a cena após um longo hiato de 7 anos.
Os Dream Evil têm álbuns de respeito na sua discografia, mas Six é, sem dúvida, um novo marco para a banda, mostrando que, ás vezes, um intervalo na carreira nem sempre é algo negativo. Podemos dizer que a banda ressurgiu com uma nova força, com os músicos mais criativos e melhores tecnicamente.
Sem fugir das características básicas que fizeram dos Dream Evil uma banda de respeito na cena mundial, que sempre misturou muito bem o Power Metal com o tradicional Heavy Metal, com algumas pitadas de Hard Rock, a banda conseguiu produzir músicas mais sólidas que certamente vão agradar os fãs.
As vozes de Niklas Isfeldt são um destaque a parte, ele está cantando muito bem. É um prazer a parte ouvir o timbre de sua voz.
Posso dizer que faixas comoi “Antidote”, “Hellride”, “The Murdered Mind”, “Too Loud” são uma ótima amostra desse bom álbum.
  

domingo, 28 de maio de 2017

Foreigner - 40 Forty Hits From Forty Years [2CD] 2017 USA



Os Foreigner completam 40 anos e decidiram celebrar com um CD duplo que reúne os seus grandes êxitos. Uma das mais populares e duradouras bandas de rock lança agora uma nova compilação de carreira intitulada "40": os 40 hits de 40 anos. Um CD duplo que inclui 40 músicas gravadas entre 1977 e 2017, disponível também em versão de duplo vinil que reúne 23 músicas.
Depois do seu álbum de estreia em 1977, os Foreigner gravaram alguns dos seus mais duradouros hinos do rock, como "Juke Box Hero", "Hot Blooded" e "I Want to Know What Love Is". 40 anos de uma carreira de dez álbuns multi-platina, sendo uma das bandas com o maior número de vendas no mundo!
"40" reúne as melhores músicas dos nove álbuns de estúdio dos Foreigner, incluindo"Feels Like the First Time", "Cold As Ice" e "Waiting For A Girl Like You". O álbum contém ainda duas novas faixas gravadas especialmente para este lançamento - "Give My Life For Love" e uma nova versão de "I Don't Want to Live Without You".
O primeiro disco abrange os cinco primeiros álbuns de Foreigner: Foreigner (1977), Double Vision (1978), Head Games (1979), 4 (1981) e Agent Provocateur (1984). O segundo disco apresenta músicas de Inside Information (1987), Unusual Heat (1991), Mr. Moonlight (1994) e Can Not Slow Down (2009), "Rain", "When It Comes to Love" e "Heart Turns To Stone".

  

sábado, 27 de maio de 2017

Siena Root - A Dream of Lasting Peace (2017) Suécia



Os Siena Root são uma banda com raízes nos anos 60 e 70 do rock. O grupo foi fundado em Estocolmo no final dos anos 90. O seu som tem como base órgão, guitarras, baixo e baterias. Muitas vezes acrescentam-lhe vozes blues/soul, músicos convidados e sonoridades psicadélicas. Este é o sétimo álbum da banda.

   

POST DA SEMANA Mark Slaughter - Halfway There (2017) USA



O fundador / vocalista dos slaughter MARK SLAUGHTER lançou o seu segundo álbum solo, "Halfway There". O lançamento independente de 2015, Reflections In A Rear View Mirror é um deslumbrante regresso à forma de Mark Slaughter, canalizando a familiar sensibilidade hard Rock da era clássica Slaughter com lançamentos como 'Stick It To Ya' e 'The Wild Life' com um maduro e progressivo melódico.
A faixa principal "Hey You" começa com um riff e uma melodia cativante que se encaixam muito bem em 1992 The Wild Life, sem soar antigo. O álbum move se suavemente em "Devoted", que é uma melodia mais pesada, ligeiramente mais escura, antes de passar para "Supernatural" uma canção de melódico rock cativante com um coro matador que sempre foi um marco no som dos Slaughter.
Como artista solo, é evidente que este é um álbum muito pessoal que Mark Slaughter cuidadosamente demorou algum tempo a compor.
Isto também mostra a faixa-título de "Halfway There", que é um hino power balada / arena bem escrita, cheio de emoção pessoal e com aquela sensação dos anos 90.
É importante notar que este álbum tem um grande trabalho de guitarra todo sabiamente organizado para complementar as músicas.
Algumas pessoas não sabem que Mark antes de ser conhecido como um vocalista, ele era um guitarrista shredding no radar de Mike Varney, que era conhecido por encontrar os próximos grandes heróis de guitarra nos anos 80.
Por exemplo, há algumas espetaculares, faixas mais pesadas como "Conspiracy", o fogoso conduzido pela guitarra 'Turn It', e alguns toques progressivos em "Reckless".
Depois, "Forevermore", que oferece um lado com mais acessibilidade AOR na melodia e groove. Alguma coisa similar vem com "Not Here", onde o sutil piano enrola se com a guitarra elétrica mais leve e notável linha de baixo antes de abrir para riffs mais ambiciosos, levando a outro doce solo de guitarra.
Mark Slaughter é verdadeiramente talentoso, capaz de escrever um cativante rocker de estádio ou uma canção elaborada e consistente com toques hard / progressivos. E este é o núcleo de "Halfway There", uma mistura madura de músicas inteligentemente arranjadas, executadas e produzidas.

   

sexta-feira, 26 de maio de 2017

AMARANTHE – NEXUS (2013) Suécia


 
Ou se adora ou se detesta! A qualidade dos músicos é inegável, portanto deixe-mos esse pormenor de lado; as composições são aquilo que deveriam ser, ultra melódicas, melodias sobre melodias, possantes, galopantes; agradável aos mais extremistas sejam eles adeptos do puro e cristalino ou do gutural e cordas vocais rasgadas. Agora entram os outros, aqueles que acham que são estruturalmente pop e electro ou darkers; impuros e desclassificados, sem posição assertiva dentro do género musical que é o Heavy metal. Depois, aceitam comparações com outros como Within Temptation, Epica, After Forever, Nightwish, e depois dizem que não há comparação, mas já aceitam. É preciso paciência ... não há aparentemente muita comparação, mas existem muitos pontos de encontro, ouçam e comprovem vocês mesmos.
Falando agora do disco; só posso dizer que a formula não vai esgotar neste edição. Segue a orientação do álbum de estreia e incorpora para já boas linhas de guitarra solo e solos, coisa que ficou em falta no disco anterior; como vêm, a formula não vai esgotar por aqui. É óbvia a utilização de muita electrónica, mas Elize emplaca a sua essência nesta banda como se fosse algo de divino caído dos céus para colocar este projecto na 1ª linha das bandas do futuro tal qual a sua musica. Quando falo em cristalino, puro, divindade caída dos céus, não me estou a referir a algo de angelical na figura e voz de Elize Ryd; pelo contrário, ela é uma garota normal com uma voz normal mas bem colocada e estudada em escola de artes, mas que podia muito bem "passear" pela broadway e interpretar um infindável e variado repertório, até porque, e agora a surpresa; ela é uma reputada artista de cabaret na suécia. Com um fabuloso potêncial, bem comprovado pelo facto de ter andado em suporte da banda Kamelot, elize é mesmo a ponta do triangulo vocal desta banda.
Há quem catalogue a musica dos Amaranthe como modern melodic death metal, acho o termo demasiado excessivo até porque a essência musical apesar de extrema distancia-se do termo "death" ainda porque liricamente a morte não é nem de longe nem de perto o tema dominante; sci-fi, esse sim tem um peso maior nas suas composições.
Já não são uma promessa de um passeio de domingo, entre folgas dos seus projectos, são mesmo mais uma estrela no firmamento do universo metálico terreno porque o som é de outro mundo, um projecto que re-inventou a musica, Fenomenal!
McLeod Falou!

   

quinta-feira, 25 de maio de 2017

STATUS QUO – THE VERY BEST OF (1997) UK


O tempo é de calor aqui por estes lados do hemisfério norte. Temperaturas de 40 graus, coisa anormal por estas paragens, mas afinal,... é verão! As rádios só passam porcaria de grau inimaginável, festivais de verão com cartazes de bradar aos deuses do olimpo metálico para que lhes dêem uma descarga monumental com uns riffs lacinantes e motorizados,.. mas nada acontece. E para assistirmos a algo razoável, só no norte e leste europeu, onde os festivais de verão são mais de acordo; mas falta o mais importante,... e por isso, ficamos por cá a gramar a mediocridade.
Eis que de repente, uma lufada de ar fresco vinda do passado atinge a minha cabeça, e me devolve um pouco da sanidade. Uma qualquer rádio passou um tema já há muito esquecido por mim, mas que me levanta sempre o espirito mais festeiro. "Whatever you want" dos Status Quo é um dos meus hinos de adolescência, e tal para mim como para muitos de vós, só vai morrer conosco! Apesar  de ser um tema intemporal, seja em tempo espaço ou em tempo atmosférico; porque sabe bem seja no mais rigoroso dos invernos para aquecer a malta, quer no mais quente dos verões para alegrar a rapaziada cheia de preguiça; este tema é do agrado da grande maioria dos humanos, é espirituoso, no sentido em que apela à melhor actividade psicológica de cada um de nós. Deixando a psicologia de lado, ouvir Status Quo é sempre um momento impár, estes jovens, (que muitos apelidarão de outrora); continuam a sua saga juvenil e descomprometida apesar dos mais de 50 anos de carreira. Francis Rossi e Rick Parfitt acabam de realizar um filme baseado nas suas peripécias e ao mesmo tempo, e isso era impossivel que assim não fosse; fazem também a banda sonora do mesmo. "Bula Quo", rodado nas paradisiacas ilhas fidji, é uma comédia com nomes como Jon Lovitz e Craig Fairbass; aquele maluco que ao tentar chutar Michael Rooker pelo penhasco abaixo em "Cliffhanger" de Sylvester Stallone, acaba por falhar o penalty e voa ele em queda livre pela montanha abaixo. Bom, isto tudo pede mesmo por uma banda sonora que divirta e dê ganas de repetir até à exaustão, e é aí que entra um "best of" destes jubilados jovens do rock and roll. É tempo de festas e por isso há que mostrar à juventude que mesmo sendo mais antigo que os seus pais, a musica desta rapaziada é fenomenal e não precisa de enfeites e propaganda quase sublime para levar multidões a assistir shows, e assim sendo, rapazes, seja para recordar, conhecer ou outra coisa qualquer; ouvir ou recordar estes temas é fundamental nas nossas insignificantes vidas, porque têm o poder de nos dar poder e elevar-nos a espiritos de alma que não se conseguem de muitos mais modos. "Rockin' all over the world, Roll over lay down, Caroline", são alguns dos êxitos destes Kimosabes do rock'n'roll genuina e tipicamente britânicos e que são indispensáveis a qualquer ser humano quanto mais a um rocker seja ele principiante ou de outrora.
Dissertar sobre a carreira desta banda e dos seus sucessos é coisa batida, procurem no wiki se não conhecerem, coisa que duvido. Apenas vos quero oferecer algo de diferente mas bom nesta miséria de verão em que nada acontece e as edições discográficas são,.. digamos,... um pouco fracas, isto para não ser demasiado duro e deselegante com os meus fratelos metálicos e hardrockers.
E além de todos vós, quero dedicar este disco aos meus grandes amigos Yaman, Tó, Holy'veira, Dev e Lizard, e vai mais uma loira e fresquinha! Já sei, já sei. Como não bebo celebro com guaraná que é mais parecido; ahahahah!
McLeod Falou!

Dinasty - Inmortalidad (2013) Espanha


O lançamento do primeiro álbum da banda de Burgos Dynasty com o álbum «Immortality», é composto por 10 temas que são executados através da história do grupo desde a sua formação até os dias atuais, mostrando um estilo conservador de heavy metal, mas com o som atual muito influenciada por bandas como Iron Maiden e outros.